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Pilhéria de domingo

Procurando uma direção Seguindo o sol, só  Tentando me encontrar Deixarei, talvez, a luz me levar Quando o dia nascer correrei Sem mapa, sem trilha, sem guia Vou fugir da solidão que me atormenta  Controlando meus sentimentos Meus pensamentos Piada! Evito meus sonhos pois lá o encontro  A amplidão do meu vazio lhe pertence E só floresces quando estás Mas de que te importam as rosas ?  A luz no fim do túnel é o brilho do teu olhar A direção sempre foi delírio Busca eterna e absurda Você Tu Vosmecê Coração Meu pulsar Meu viver Até quando o tormento do teu fogo há de me queimar ?

Something I have learned; Thanks Google

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RESUME The feminism works as a bridge witch take us to the past centuries and allow us to bring back the truly image of witches in our history, analyzing these women cruelly wronged in religious, social and political aspects. In some periods, some groups became monsters for political purposes. The witches didn’t arise spontaneously but were result of a horror campaign fulfilled by the dominance class. A few of these women really belonged to witchcraft, but was created a hysteria against that ones who used medicinal, astrological and psychologists’ knowledge made an “against-power” facing the patriarchy . Key words: feminism, hysteria, witch The motivation for the achievement of the present project is in honor of every woman silenced in history. For more than three-hundred years, the way of balefire turned into the destiny of thousands of women. Naked, flying in brooms, scaring cities, hamlets and castles in the imaginary popular and religious of that time the witches were e...

Toque-o e machucá-lo-á

A noite chegava, com sua graça e seu mistério. A ideia de amá-lo veio de encontro a mim, em um momento pareceu-me plena e tangível a ideia de um amor sereno. Arisquei-me. Machuquei-me. Meu coração implora-me nesse momento para que eu pare imediatamente antes de arrancá-lo seu último suspiro, mal sabendo que afogo-me na dor, e antes que ele morra de desgosto morrerei eu de desesperança. Tão sufocada pela angustia, para livrar-me dela é necessário apenas que abra a porta que se encontra bem á minha frente, lá eu sei o que há. A verdade. Sinto que ao abri-lá me aliviarei das dores, da ilusão..mas não. Apenas encaro-a. A motivação para que meu coração bata se dissipará, lá o amor não existe. [i'm trying to start a fire with this flame..tell me, life; will let it die or let it grow?]

As duas infinitudes do universo: si e a dor

Fraca demais para a luta Não obstante em guarda constante,  Pois já não fecha mais os olhos e se apega as dores  Porque essas não se vão. E a cada segundo a ferida mostra-se aberta e fresca,  Nos nasceres e pores da estrela mor lembra-se de sentir-se viva Tola, inutilmente  Visto que recorda-se única e exclusivamente do motivo de sua morte.  A busca incansável por perdão cansa-a e a extingue E agarra-se a sua última veia na qual ainda lhe corre esperança  Tola, novamente Esta também por pouco mantêm sua funcionalidade;  já não lhe enviam mais o que transportar. Igualmente a sua hospedeira, vazia. E não exites, toque-a  Para que em fim se desfaça como as rosas no auge do outono.

A luz nem sempre está no fim do túnel

Eu girava incansavelmente 360 graus, como uma bailarina no seu passo de maior esplendor; mas eu não estava a dançar, minha missão era achar luz, não um clarão que me cegaria os olhos, não; nunca fui de tamanha ambição, eu só queria um pequeno raio de luz que me mostrasse para onde seguir. Eu sabia no que estava, mas não onde. E eu segui aquela trilha silenciosa, por meses, sentindo sede de amor, de luz. E eu deixava a escuridão me guiar, pois no final de contas, lá era confortável; era como se uma parte de mim quisesse permanecer cega. Pois, admita a si próprio, por mais que grites e aclames a luz; tamparias os olhos ao seu aparecer súbito. E quando ela parou de me sussurrar, caí em um calabouço. A luz estava lá. A dor da queda me fez abrir os olhos, e lá estava; o singelo raio de luz que por tanto procurei.  Não leitor, não se engane. A luz me aparecera, mas não me indicará uma maneira de sair do calabouço. No fim de tudo, ainda estou presa..ao menos agora vejo! E enxer...

Não sinta medo de amar. -Para: Todos nós

AMAR: Quando escrito ao contrário: rama.  Vivendo em um mundo no qual me ensinaram a ter medo de ramas; da vida; do amor e amar; onde tentaram-me na primeira vez destruir por completo minhas esperanças; TOLOS! Não sabiam os maus corações que minha sede aumentaria, e não me abateria por desacata atitude.  Plantada fui em solo infértil, exigindo de mim as belas flores desde minha plantação; deixando para mim um crescimento doloroso, árduo e não obstante, não solitário. Quando parecia não haver mais como, veio até mim a luz e da fotossíntese meu verde nasceu; abri-me em direção aos céus como a mais astuta e austera águia ao voar. E conforme crescia, não pude evitar reparar; além de relativamente espaçoso além de meu canto tudo ao meu redor era obscuro. A luz que em mim incidia, me queimava.  E continuei a crescer, até que em um pôr do sol identifiquei-me e entendi de uma vez por todas por quais razões a luz embora presente não me parecia mais suficiente. (Dand...

Obrigada; Para você que surgiu assim, de repente

Você surgiu de repente vindo de um lugar que até hoje me é desconhecido. Com um jeito desajeitado, sem repensar muito as palavras, apenas as dizendo ao vento, sem compromisso, sem medo de erro. Essa risada discreta, esse cabelo engraçado. Não havia como ser melhor. Não digo-te que és tudo que procurava, pois tu não fostes um achado; és um presente. Obrigada por iluminar meus dias sombrios, e por me guiar nas sombras que pareciam não acabar; obrigada por me fazer sentir dessa forma, como se ao seu lado nada pudesse me abater. Você; pronome de tratamento, vocativo, substantivo e agora um adjetivo. As pessoas deveriam ser mais você.