Não sinta medo de amar. -Para: Todos nós

AMAR:Quando escrito ao contrário: rama. 


Vivendo em um mundo no qual me ensinaram a ter medo de ramas; da vida; do amor e amar; onde tentaram-me na primeira vez destruir por completo minhas esperanças; TOLOS! Não sabiam os maus corações que minha sede aumentaria, e não me abateria por desacata atitude. 
Plantada fui em solo infértil, exigindo de mim as belas flores desde minha plantação; deixando para mim um crescimento doloroso, árduo e não obstante, não solitário. Quando parecia não haver mais como, veio até mim a luz e da fotossíntese meu verde nasceu; abri-me em direção aos céus como a mais astuta e austera águia ao voar. E conforme crescia, não pude evitar reparar; além de relativamente espaçoso além de meu canto tudo ao meu redor era obscuro. A luz que em mim incidia, me queimava. 
E continuei a crescer, até que em um pôr do sol identifiquei-me e entendi de uma vez por todas por quais razões a luz embora presente não me parecia mais suficiente. (Dando-se o ocorrido por meio de um acidente). A luz que até então me era continua, apagou-se e nesse momento percebi; ela me ocultava o pôr do sol; por meses me preenchi e me refiz com uma luz de laboratório enquanto o mundo lá fora a sorrir estava. Fui enganada.
Mas não mais serei, minhas sementes pus ao ar e elas hão de voar e encontrar um abrigo á sonhar; e de meu sonho viverão. Pois mesmo que enganada na primeira, não me abalarei. Me decomponho para encontrar o que um dia achei ser puro e meu; não passasses de uma imitação barata. Irei encontrar o caminho da luz. Pois nascida rosa, morrerei rosa e pedra jamais serei. 



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